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C. E. LUIZ AUGUSTO MARAIS REGO

 

Grupo Escolar de Toledo – 1958

 

O estabelecimento foi criado através do decreto nº 25.155, de 31 de agosto de 1959, mas seu funcionamento iniciou-se no ano de 1958 com o nome de Grupo Escolar de Toledo, oferecendo 1ª a 4ª séries e 1º grau fundamental.

Seu Decreto de criação expedido em 31 de agosto de 1958 sob o número 25.155.

A professora Ana Rosa Maciel foi a primeira diretora oficial empossada em 1959.

 

 

Em 1968, o nome oficial do educandário passou a Escola Estadual Luiz Augusto Morais Rego, tendo recebido a denominação de “Colégio” somente com a Resolução 179, em 1998.

Foi onde iniciei minha carreira de professor. Meu primeiro ano de magistério foi memorável. Lembro de quase todos os alunos da época e, inclusive, guardo os nomes da maioria deles. (Memória de M. G)

Estudei da antiga 4ª série até a metade do 3 ano do ensino médio lá. Consequentemente vivi muita coisa e muito da minha formação está relacionada com este ambiente. Uma das muitas histórias que guardo com carinho é a caça aos alienígenas que eu e um grupo de amigos fazíamos na hora do Recreio durante o ensino fundamental. Conhecia aquele Colégio tão bem (ou até melhor) que a minha casa. (Memória de E. M)

 

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D’GRAUS – BAR DO LAURI

 

Antes do D’Graus, pra quem é um pouco mais antigo, Lauri e família tocavam o ‘Cantinho do Sorvete’, que ficava anexo ao Posto de Combustível na frente do antigo Clube do Comércio, hoje Unipar Campus II. Sem dúvida D’Graus foi o bar mais Rock N’ Roll de Toledo. Tínhamos até uma trilha sonora rocker pro Lauri, música do Mutantes. (Sérgio)

Nossa segunda casa…Queria achar a gente era só ir no Degrau’s…Também é meu lugar favorito, onde vivi parte da minha adolescência e juventude…Lauri 100%. (Nicole)

O lugar mais massa que já conheci em Toledo. Meus melhores momentos vivi ali… tempo bom. Tudo bom… Rose e Lauri tudo “top” saudade. (Franciele)

Bar e Lanchonete D’Graus. Local em alta na cidade de Toledo entre os anos de 2000 a 2010 aproximadamente. Antes de ser um local de comercial, era ponto de encontro de jovens e adultos de Toledo e região que buscavam um refúgio para ouvir rock de qualidade, aproveitar a companhia de boas amizades (o próprio sentido de amizade era diferente do que é hoje… Antes as pessoas não tinham whats e havia apenas o MSN e o Orkut, mas se falavam mais, se viam mais, e conversavam sobre coisas profundas, sobre coisas da vida.. É isso acontecia muito no D’Graus). (Cris Cândido)

Como resumir 9 anos da minha vida que passei aí dentro? Impossível. (Leandro)

Meu marido e eu trabalhamos lá. Bons tempos.(Hellen)

Melhor lugar ever!!! Lauri era muito querido. Virar a noite lá era tranquilo. Música boa, bebida barata e gelada. Muitos amigos e conhecidos. (Paola)

Era o ponto de encontro da galera “doida” e roqueira da região. Você podia ir pra qualquer lugar, mas no final sempre acabava no Lauri. (Rosilei)

Bons tempos de rock …cantei umas especiais por lá com o Denis…se não me engano o Alex tocava lá também…(Sara)

Eu passo na frente e vejo que realizei um sonho como pintor. Pintar o “boteco” que eu frequentava. (Cristiano)

Abrimos uma conta lá contando moedas e fingindo que estávamos fazendo um trabalho da escola… uma pesquisa que tinha que entrevistar ele com um gravador. Depois disso…altos fiados…e rock’ll. Salve d’graus… Salve Lauri (Attiliana)

Reza a lenda o Lauri tinha mal de parkinson e uma caneta de duas pontas nos fiados que ele fazia em folhas de guardanapos (Attiliana)

Fui o primeiro garçon deste bar…Lauri, a Rose, Rodrigo, Giovani e eu… (Marcílio)

 

Guardanapos épicos, sempre dava errado. (…) batata frita extraordinária, dog prensadão lendário e a melhor playlist do sul do mundo. (Marcelo)

Lembro que quando ele queria fechar.. isso la por 6 e pouco da manhã, ele colocava “Sangue Latino” (Secos e Molhados) pra rolar.. nós já sabíamos que era hora de vazar. (Lenadro)

Eu que levei a primeira fita uma TDK gravada na loja do Jibóia na 7 de setembro…coletânea da Janis Joplin … (Marcílio)

Lembro de uma apresentação de flauta transversal acompanhando pink floyd. Uma noite(…) já teve bicicletas em cima das árvores pra galera não ir embora. Até pole dance sem pole já teve nesse bar. (Ulisses)

Conheci muitos amigos na madrugada. um lugar inesquecível. (…) Um lugar para descontrair, e um bom Rock. (Alejandro)

Shows com bandas da cidade. (Kleber)

Uma vez (…) fui entrar pra ir no banheiro tropecei no degrau de entrada e fui parar de boca no balcão. (Marciano)

A gente levava o cd e o Lauri colocava… (Luis)

Era show de bola. Frequentei muito quando garoto. Um ótimo lugar… é triste ver abandonado. (Claudeir)

Nossa… muito rock, ambiente divertido… levávamos os cds para ele colocar. Um dos melhores bares de Toledo que já frequentei. (Fábio)

Nossa, fui pouco aí, era legal! !! Galera ficava ali “de boa” monitorando o movimento! ! (Patrícia)

Eu toquei muito Rock ao vivo no degraus. Saudade dele. É uma pena estar no estado que se encontra hoje. (Sílvio)

Eu lembro… Gaziava aulas no Dario para ir aí… (Leandro)

Fui pedida em namoro lá, há muitos anos atrás. (Fran)

Saudade da maionese caseira no tubo. (Daia)

O melhor “point” dos anos 90. (Sinara)

Melhor barzinho de rock que Toledo já teve. (Fernando)

Saia do Dario Velloso na sexta feira. Matava as duas últimas aulas e ia pra lá tomar taça de sorvete com fio de ovos. (Mayara)

Foi o melhor lugar de Toledo. Melhor som. (Paulo)

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UNIOESTE – TOLEDO

O processo de criação da primeira instituição de Ensino Superior teve o envolvimento de toda comunidade como representantes políticos, sociedade civil organizada, militares, lideranças políticas e eclesiásticas.

Segundo os documentos da época, a primeira ação mais efetiva aconteceu no dia 27 de dezembro de 1979, com a assembleia geral de constituição da Faculdade de Filosofia de Toledo

A implantação seria por um convênio entre a Prefeitura e a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC). A proposta inicial seria a criação de três faculdades: Filosofia, Economia e Direito.

 

 

A Unioeste Campus Toledo me propiciou, além de uma experiência de graduação humana e de qualidade, amigos queridos que carrego por onde for e oportunidades de expressar minha arte no decorrer do meu curso. (Memórias de Sara Holtz)

 

Em 22 de janeiro de 1980 era oficializada a Fundação Municipal do Ensino Superior de Toledo (FUMEST), mantenedora da Faculdade de Ciências Humanas Arnaldo Busato (Facitol), como ficou titulada a faculdade municipal.

Uma grande conquista da comunidade toledana. Universidade em que frequentei turmas de 2 cursos: Ciências Econômicas e Ciências Sociais. (Memórias de Rodrigo Priesnitz)

Os primeiros cursos criados foram Filosofia e Ciências Econômicas. No vestibular de setembro de 1980, foram ofertadas 75 vagas para o primeiro curso e 65 para o outro

A participação das igrejas Católica e Evangélica de Confissão Luterana foi fundamental pela necessidade de ter um corpo de professores altamente habilitado”, lembra o ex-secretário geral da Facitol, Flávio Vendelino Scherer.

 

 

Espaço acadêmico do qual faço parte, espaço este que possibilita as pessoas periféricas ingresso na Universidade e realização de uma graduação. (Memórias de Alex Oliveira)

“Embora tivéssemos aprovação da maior parte da comunidade, o único curso de economia da região e o curso de filosofia mais conceituado do Paraná, havia uma parcela da sociedade que tinha uma cobrança e crítica política. No dia da autorização da Facitol fizemos uma comemoração na Praça da Cultura e jogaram tomates e ovos na gente, dizendo que seria uma “escolinha Walita”, sem qualidade. Isso nos motivou e desafiou ainda mais”, recorda Scherer.

Sem dúvida a Unioeste Campus Toledo faz uma parte muito importante da minha história. Além de fazer a graduação de alta qualidade em filosofia, participei da luta estudantil para melhores condições de trabalho e estudo para a comunidade desse Campus, do fervo cultural que rolava nas instalações da universidade no início dos anos 2000, da representação estudantil junto a docentes, técnicos e autoridades…e, mais importante, fiz amigos para a vida!!!!!!! (Sara)

 

 

O conjunto de salas de aula da sede foi construído em apenas 60 dia, ao custo de 10 milhões de cruzados e possuía 853 metros quadrados.

Dos 10 milhões, cerca de três foram arrecadados junto à comunidade e empresas e a complementação pela Prefeitura

Mais tarde, houve o movimento de união das faculdades municipais da região Oeste e em 1986 foi criada a Unioeste como Fundação Federação Estadual, no ano seguinte o Governo do Estado a transformou em Fundação Universidade Estadual do Oeste do Paraná e finalmente em 23 de dezembro de 1994 a Unioeste é então reconhecida como uma universidade, a primeira multicampi do Paraná.

 

 

“Com a faculdade consolidada e perspectivas de crescimento, surgiu a necessidade de unir-se com as demais faculdades da região: Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon. A ideia inicial era de federalizá-las

Em 1986, foi criada a Fundação Federação Estadual de Instituições de Ensino Superior do Oeste do Paraná. Posteriormente o governo do Estado assumiu, passando então para Fundação Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

 

 

Fontes: http://paranamais.com.br/post/173/Da+Facitol+a+Unioeste%2C+uma+historia+de+persistencia+e+uniao

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CONCHA ACÚSTICA (ATUAL AQUÁRIO)

Esse lugar tem história…(Vinny). Nossa essa tem historia em, juntamente com o half da industrial (Paulo)

Inaugurada e, 1992, denominada Concha Acústica Bonifácio Dawes, era um espaço localizado no Parque Ecológico Diva Paim Barth, onde eram realizadas diversas manifestações culturais de artistas locais e de outros municípios.

Concha Acústica Bonifácio Dewes estava localizada onde hoje situa-se o Aquário Municipal de Toledo.

Construída no início da década de 1990, tornou-se um dos pontos de encontros da adolescentes e jovens nos finais de tarde e fins de semana no Lago Municipal.

Participei desse projeto, e o defendi sempre, para que as mais variadas manifestações culturais ali acontecessem, principalmente aos finais de semana…(Renato Z.)

Essa concha era massa. Piazada andava de skate e bike. Ponto de encontro dos jovens lá. (Dieimerson)

Piazada andava de skate lá. Na época existia uma loja chamada Vertikal no shopping (Alessandra D.)

Era “massa” dar um rolê de bike aí. Sobia no alto do gramado, descia e rampava no morrinho que tinha a maria fumaça..(Leandro)

Muitos roles de bike e canelas destruídas (Mauro)

Nossa, eu lembro! Eu era criancinha quando meu pai me levava pra brincar lá. Foi o primeiro lugar que vi skate na minha vida, até fiz meu pai comprar um pra mim! (Tatiany)

 

Quebrei alguma gancheira de câmbio da bicicleta pulando essas escadas aí. (Andrius)

Desci muitas vezes de patins as rampas. Pulavamos de cima do palco. Fora os shows que tinham ali. (Pâm)

No dia 14 de dezembro de 1997 ocorreu o 1° evento de bandas de Garagem neste local, o “Rock in Garagem”. Bandas como: Hapé, Ruderalis, Tatto Nazal, Corrosão Interna, Básico Instinto, Rest In Peace e Gothersgade (todas da cidade) se apresentaram neste dia. (Memórias de DL Compostela)

 

Local onde hoje se encontra o aquário municipal, no lago Diva Pain Barth. Na época da concha, eu dei meus primeiros passos artísticos na música e teatro. Presenciei várias apresentações dos artistas da cidade e me diverti bastante. (Memórias de Silvano Bras)

Teve show de Rock nas antigas da galerinha que tocava nas garagem (Celso)

Vi algum show ali, vi muitas bandas tocar ali , faz falta. (Rafael)

Tive previlegio de fazer iluminação aí, para Altamiro Carrilho, um dos grandes instrumentos da MPB. Bons tempos. (Valdir)

Lembro e muito…Toquei várias vezes lá.Tempo “massa” da Tatoo Nasal (Donizete)

Teve ai a presença do Altamiro Carrilho….(Oscar)

Apresentei com o grupo italiano aí. (Martha)

Euuuuuu já cantei ali nessa concha (Fernando)

Foi um prazer ter trabalhado tantos anos cuidando desse local. (Eneide)

 

Opa!!! Alguns Oráculos de Outubro para o encerramento do Simpósio de Filosofia da Unioeste… (Sara)

Nunca esqueço quando fomos com a turma da escola e eu cai um “tombasso” de bike ali. (Vinny)

Gastei algum papelão descendo o paredão de grama (Lucas)

Eu, sempre que minha mãe me levava… eu pegava um papelão e escorregava na grama que tinha em volta. (Dannieli)

Brasil campeão da copa de 94 e rolou depois do jogo um rock n roll na concha. (Alex)

Era muito bom ficar na cancha com a galera. (Ana Cleia)

 

 

Nossa adora ir aí .. Não tinha dia pra galera se reunir. (Fernanda)

Quantas tardes de final de semana passados nesse lugar, jogando manobras e trocando ideias com os camaradas. Que saudades! (Robson)

No dia 8 de dezembro de 2008, a Concha deu lugar ao Aquário Municipal de Toledo.

 

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Willy Barth

Busto de Willy Barth

Nasceu em 20 de junho de 1906 no distrito de Rio Pardinho, município de Santa Cruz do Sul (RS).

Largou os estudos em 1925, quando saiu da casa dos pais e passou a trabalhar como caixeiro viajante na empresa Bier & Ulmann Ltda.

Em 1940 fundou a Colonizadora “Barth, Benetti e Cia Ltda”, na companhia de outros cinco sócios, em Caxias do Sul.

 

Em 1945 comprou uma porção de terras da Fazenda Britânia (atual região de Toledo) de propriedade da Companhia de Madeiras Del Alto Paraná.

 

Tornou-se o Diretor Gerente da Maripá em 1949, quando mudou-se para o recém-formado povoado de Toledo, ainda município de Foz do Iguaçú.

Casou-se em 1941 com Diva Rodrigues Paim, com quem teve quatro filhas.

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Residência da Família Willy Barth – 1950

Foi eleito prefeito de Toledo em 1960. Durante os quinze meses no qual esteve a frente da prefeitura, iniciou obras como as das estradas Toledo-Tupãssi (hoje município de Assis Chateaubriand), Toledo-Pato Bragado e Toledo-Santa-Helena (hoje sendo esta a Rodovia Dr. Ivo Rocha – PR-317).

Moradores de Toledo
Moradores de Toledo, dentre ele Willy Barth, em frente à primeira Prefeitura – 1952

Com o apoio da Câmara, propôs-se a construir as escolas em Vila Industrial, Fazenda Lopeí, Dez de Maio e Vila Operária.

Foi um dos idealizadores e responsáveis pela construção da Usina Hidrelétrica do Rio São Francisco e iniciar a rede de água potável do município.

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Vista da Usina Hidrelétrica de Toledo, em 1956

Durante um comício para o Senado em Guaraniaçú, no dia 3 de abril de 1962, sofreu uma síncope cardíaca, vindo a óbito.

Hoje empresta o nome à Praça central e o Museu Municipal


PESQUISA:

Geissiely Alice dos Santos Nunes

Maisa Santos de Souza

Stefani Sabrina Aragão

Giovani Marcos Bernini

 

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Monumento aos Ruaro

Monumento aos Ruaro

 

A família Ruaro foi uma das que contribuiram para o processo inicial de colonização de Toledo, com ações destacadas de Zulmiro, Alfredo e Virgínia Ruaro dentre outros.

ZULMIRO RUARO

Chefiou a primeira caravana contratada pela Colonizadora MARIPÁ, contendo 14 homens que, após 38 dias de viagem chegou a Toledo, iniciando a ocupação.

Foi ele quem escolheu o local onde se estabeleceriam as três primeiras construções, às margens do rio Toledo.

Primeiras casas de Toledo - 1946
Primeiras casas de Toledo – 1946

 

ALFREDO RUARO

Alfredo Ruaro

Nasceu em São Marcos de Caxias do Sul, em 1913, de uma família de imigrantes italianos.

Alfredo Ruaro foi um dos sócios proprietários da Colonizadora MARIPÁ e diretor administrativo no período de 1946 a 1949.

Como Diretor da Maripá, foi responsável pelo desbravamento e colonização de Toledo, juntamente com os demais pioneiros que chegaram a partir de 1946.

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Escritório da Colonizadora Maripá, em 1950

Ficou conhecido como o “Fundador de Cidades”, por contribuir na formação de vários municípios no oeste paranaense, como Toledo, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Oeste, Medianeira, Matelândia, Céu Azul e Palotina.

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Atuou ativamente na estruturação inicial da Cila Toledo, auxiliando na construção de imóveis, serviços de energia, hortas, tanques comunitários para lavagem de roupas e na vinda do Padre Antônio Patuí e das Irmãs Vicentinas.

Concluída a etapa de empreendedor no Oeste do Paraná, Alfredo iniciou um trabalho missionário, com a criação da “Missão Nossa – Livrarias Católicas”,  que inaugurou várias lojas em diversas localidades.

Foi condecorado Cidadão Honorário de Toledo, em 11 de dezembro de 2008.

Faleceu na madrugada de 03 de outubro de 2015, aos 102 anos de idade.

Tem sua biografia contada em duas obras: “O Alvorecer de Toledo no Oeste do Paraná” e “Alfredo Paschoal Ruaro Fundador de Cidades”,  de autoria de Marcelo Grondin.

VIRGÍNIA DRAGO RUARO

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Nasceu em 8 de julho de 1914, em Caixias do Sul – RS.

Era esposa de Zulmiro Ruaro, e viveu em Toledo de 1946 a 1950.

Pioneira de Toledo e Francisco Beltrão, Vergínia Ruaro viveu mais de 100 anos

Aos 32 anos de idade, se tornou a primeira mulher a chegar ao acampamento do Pouso Toledo, para se estabelecer na futura vila.

Além de realizar seus tradicionais papéis de dona-de-casa, esposa e mãe em seu próprio lar, assumiu a alimentação de todos os trabalhadores encarregados de abrir picadas e estradas.

Em 1950, com uma nova frente de trabalho para o marido, foram residir em (Marrecas) Francisco Beltrão/PR.

Faleceu no dia 04 de janeiro de 2005, aos 100 anos.


PESQUISA:

Geissiely Alice dos Santos Nunes

Maisa Santos de Souza

Stefani Sabrina Aragão

Giovani Marcos Bernini

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PADRE ANTONIO PATUÍ

Padre Antônio Patuí

Nascido em 1905, Antônio Patuí era italiano. Atuava como professor na região de Udine.

Vivenciou a 1ª e 2ª Guerra Mundial.

Ingressou na vida religiosa na década de 1930. Foi consagrado em 1933.

Durante o avanço nazista, foi considerado comunista, enfrentou perseguição, cadeia e 4 condenações à morte. Sobreviveu a todas elas.

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Falava seis idiomas. Durante a 2ª Guerra conseguiu salvar vários prisioneiros dos nazistas.

Refugiou-se no Brasil, onde passou a prestar assistência religiosa na região de Foz do Iguaçú.

Celebrou a primeira missa em Toledo, no dia 13 de julho de 1946.

Na ocasião foi recebido com muita alegria. Não havia igreja nem cadeiras. O altar foi improvisado e todos oraram de pé.

Igreja de Toledo
Primeira igreja e Colégio das Irmãs – 1950

Resolveu permanecer na cidade, auxiliando no processo de colonização.

Ajudou na fundação da primeira igreja, do primeiro colégio (Vicentino) e do Seminário Cristo Rei, de Toledo.

Propôs a mudança do nome da cidade para “Vila Cristo Rei”.

Seminário Cristo Rei - 1955
Seminário Cristo Rei – 1955

PESQUISA:

Ederson Matheus B. Da Costa

Joyce Gabrielli Ribeiro

Giovani Marcos Bernini