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UNIOESTE – TOLEDO

O processo de criação da primeira instituição de Ensino Superior teve o envolvimento de toda comunidade como representantes políticos, sociedade civil organizada, militares, lideranças políticas e eclesiásticas.

Segundo os documentos da época, a primeira ação mais efetiva aconteceu no dia 27 de dezembro de 1979, com a assembleia geral de constituição da Faculdade de Filosofia de Toledo

A implantação seria por um convênio entre a Prefeitura e a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC). A proposta inicial seria a criação de três faculdades: Filosofia, Economia e Direito.

 

 

A Unioeste Campus Toledo me propiciou, além de uma experiência de graduação humana e de qualidade, amigos queridos que carrego por onde for e oportunidades de expressar minha arte no decorrer do meu curso. (Memórias de Sara Holtz)

 

Em 22 de janeiro de 1980 era oficializada a Fundação Municipal do Ensino Superior de Toledo (FUMEST), mantenedora da Faculdade de Ciências Humanas Arnaldo Busato (Facitol), como ficou titulada a faculdade municipal.

Uma grande conquista da comunidade toledana. Universidade em que frequentei turmas de 2 cursos: Ciências Econômicas e Ciências Sociais. (Memórias de Rodrigo Priesnitz)

Os primeiros cursos criados foram Filosofia e Ciências Econômicas. No vestibular de setembro de 1980, foram ofertadas 75 vagas para o primeiro curso e 65 para o outro

A participação das igrejas Católica e Evangélica de Confissão Luterana foi fundamental pela necessidade de ter um corpo de professores altamente habilitado”, lembra o ex-secretário geral da Facitol, Flávio Vendelino Scherer.

 

 

Espaço acadêmico do qual faço parte, espaço este que possibilita as pessoas periféricas ingresso na Universidade e realização de uma graduação. (Memórias de Alex Oliveira)

“Embora tivéssemos aprovação da maior parte da comunidade, o único curso de economia da região e o curso de filosofia mais conceituado do Paraná, havia uma parcela da sociedade que tinha uma cobrança e crítica política. No dia da autorização da Facitol fizemos uma comemoração na Praça da Cultura e jogaram tomates e ovos na gente, dizendo que seria uma “escolinha Walita”, sem qualidade. Isso nos motivou e desafiou ainda mais”, recorda Scherer.

Sem dúvida a Unioeste Campus Toledo faz uma parte muito importante da minha história. Além de fazer a graduação de alta qualidade em filosofia, participei da luta estudantil para melhores condições de trabalho e estudo para a comunidade desse Campus, do fervo cultural que rolava nas instalações da universidade no início dos anos 2000, da representação estudantil junto a docentes, técnicos e autoridades…e, mais importante, fiz amigos para a vida!!!!!!! (Sara)

 

 

O conjunto de salas de aula da sede foi construído em apenas 60 dia, ao custo de 10 milhões de cruzados e possuía 853 metros quadrados.

Dos 10 milhões, cerca de três foram arrecadados junto à comunidade e empresas e a complementação pela Prefeitura

Mais tarde, houve o movimento de união das faculdades municipais da região Oeste e em 1986 foi criada a Unioeste como Fundação Federação Estadual, no ano seguinte o Governo do Estado a transformou em Fundação Universidade Estadual do Oeste do Paraná e finalmente em 23 de dezembro de 1994 a Unioeste é então reconhecida como uma universidade, a primeira multicampi do Paraná.

 

 

“Com a faculdade consolidada e perspectivas de crescimento, surgiu a necessidade de unir-se com as demais faculdades da região: Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon. A ideia inicial era de federalizá-las

Em 1986, foi criada a Fundação Federação Estadual de Instituições de Ensino Superior do Oeste do Paraná. Posteriormente o governo do Estado assumiu, passando então para Fundação Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

 

 

Fontes: http://paranamais.com.br/post/173/Da+Facitol+a+Unioeste%2C+uma+historia+de+persistencia+e+uniao

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CONCHA ACÚSTICA (ATUAL AQUÁRIO)

Esse lugar tem história…(Vinny). Nossa essa tem historia em, juntamente com o half da industrial (Paulo)

Inaugurada e, 1992, denominada Concha Acústica Bonifácio Dawes, era um espaço localizado no Parque Ecológico Diva Paim Barth, onde eram realizadas diversas manifestações culturais de artistas locais e de outros municípios.

Concha Acústica Bonifácio Dewes estava localizada onde hoje situa-se o Aquário Municipal de Toledo.

Construída no início da década de 1990, tornou-se um dos pontos de encontros da adolescentes e jovens nos finais de tarde e fins de semana no Lago Municipal.

Participei desse projeto, e o defendi sempre, para que as mais variadas manifestações culturais ali acontecessem, principalmente aos finais de semana…(Renato Z.)

Essa concha era massa. Piazada andava de skate e bike. Ponto de encontro dos jovens lá. (Dieimerson)

Piazada andava de skate lá. Na época existia uma loja chamada Vertikal no shopping (Alessandra D.)

Era “massa” dar um rolê de bike aí. Sobia no alto do gramado, descia e rampava no morrinho que tinha a maria fumaça..(Leandro)

Muitos roles de bike e canelas destruídas (Mauro)

Nossa, eu lembro! Eu era criancinha quando meu pai me levava pra brincar lá. Foi o primeiro lugar que vi skate na minha vida, até fiz meu pai comprar um pra mim! (Tatiany)

 

Quebrei alguma gancheira de câmbio da bicicleta pulando essas escadas aí. (Andrius)

Desci muitas vezes de patins as rampas. Pulavamos de cima do palco. Fora os shows que tinham ali. (Pâm)

No dia 14 de dezembro de 1997 ocorreu o 1° evento de bandas de Garagem neste local, o “Rock in Garagem”. Bandas como: Hapé, Ruderalis, Tatto Nazal, Corrosão Interna, Básico Instinto, Rest In Peace e Gothersgade (todas da cidade) se apresentaram neste dia. (Memórias de DL Compostela)

 

Local onde hoje se encontra o aquário municipal, no lago Diva Pain Barth. Na época da concha, eu dei meus primeiros passos artísticos na música e teatro. Presenciei várias apresentações dos artistas da cidade e me diverti bastante. (Memórias de Silvano Bras)

Teve show de Rock nas antigas da galerinha que tocava nas garagem (Celso)

Vi algum show ali, vi muitas bandas tocar ali , faz falta. (Rafael)

Tive previlegio de fazer iluminação aí, para Altamiro Carrilho, um dos grandes instrumentos da MPB. Bons tempos. (Valdir)

Lembro e muito…Toquei várias vezes lá.Tempo “massa” da Tatoo Nasal (Donizete)

Teve ai a presença do Altamiro Carrilho….(Oscar)

Apresentei com o grupo italiano aí. (Martha)

Euuuuuu já cantei ali nessa concha (Fernando)

Foi um prazer ter trabalhado tantos anos cuidando desse local. (Eneide)

 

Opa!!! Alguns Oráculos de Outubro para o encerramento do Simpósio de Filosofia da Unioeste… (Sara)

Nunca esqueço quando fomos com a turma da escola e eu cai um “tombasso” de bike ali. (Vinny)

Gastei algum papelão descendo o paredão de grama (Lucas)

Eu, sempre que minha mãe me levava… eu pegava um papelão e escorregava na grama que tinha em volta. (Dannieli)

Brasil campeão da copa de 94 e rolou depois do jogo um rock n roll na concha. (Alex)

Era muito bom ficar na cancha com a galera. (Ana Cleia)

 

 

Nossa adora ir aí .. Não tinha dia pra galera se reunir. (Fernanda)

Quantas tardes de final de semana passados nesse lugar, jogando manobras e trocando ideias com os camaradas. Que saudades! (Robson)

No dia 8 de dezembro de 2008, a Concha deu lugar ao Aquário Municipal de Toledo.

 

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Willy Barth

Busto de Willy Barth

Nasceu em 20 de junho de 1906 no distrito de Rio Pardinho, município de Santa Cruz do Sul (RS).

Largou os estudos em 1925, quando saiu da casa dos pais e passou a trabalhar como caixeiro viajante na empresa Bier & Ulmann Ltda.

Em 1940 fundou a Colonizadora “Barth, Benetti e Cia Ltda”, na companhia de outros cinco sócios, em Caxias do Sul.

 

Em 1945 comprou uma porção de terras da Fazenda Britânia (atual região de Toledo) de propriedade da Companhia de Madeiras Del Alto Paraná.

 

Tornou-se o Diretor Gerente da Maripá em 1949, quando mudou-se para o recém-formado povoado de Toledo, ainda município de Foz do Iguaçú.

Casou-se em 1941 com Diva Rodrigues Paim, com quem teve quatro filhas.

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Residência da Família Willy Barth – 1950

Foi eleito prefeito de Toledo em 1960. Durante os quinze meses no qual esteve a frente da prefeitura, iniciou obras como as das estradas Toledo-Tupãssi (hoje município de Assis Chateaubriand), Toledo-Pato Bragado e Toledo-Santa-Helena (hoje sendo esta a Rodovia Dr. Ivo Rocha – PR-317).

Moradores de Toledo
Moradores de Toledo, dentre ele Willy Barth, em frente à primeira Prefeitura – 1952

Com o apoio da Câmara, propôs-se a construir as escolas em Vila Industrial, Fazenda Lopeí, Dez de Maio e Vila Operária.

Foi um dos idealizadores e responsáveis pela construção da Usina Hidrelétrica do Rio São Francisco e iniciar a rede de água potável do município.

Usina Carlos Mathias Becker - 1956
Vista da Usina Hidrelétrica de Toledo, em 1956

Durante um comício para o Senado em Guaraniaçú, no dia 3 de abril de 1962, sofreu uma síncope cardíaca, vindo a óbito.

Hoje empresta o nome à Praça central e o Museu Municipal


PESQUISA:

Geissiely Alice dos Santos Nunes

Maisa Santos de Souza

Stefani Sabrina Aragão

Giovani Marcos Bernini

 

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PADRE ANTONIO PATUÍ

Padre Antônio Patuí

Nascido em 1905, Antônio Patuí era italiano. Atuava como professor na região de Udine.

Vivenciou a 1ª e 2ª Guerra Mundial.

Ingressou na vida religiosa na década de 1930. Foi consagrado em 1933.

Durante o avanço nazista, foi considerado comunista, enfrentou perseguição, cadeia e 4 condenações à morte. Sobreviveu a todas elas.

padre

Falava seis idiomas. Durante a 2ª Guerra conseguiu salvar vários prisioneiros dos nazistas.

Refugiou-se no Brasil, onde passou a prestar assistência religiosa na região de Foz do Iguaçú.

Celebrou a primeira missa em Toledo, no dia 13 de julho de 1946.

Na ocasião foi recebido com muita alegria. Não havia igreja nem cadeiras. O altar foi improvisado e todos oraram de pé.

Igreja de Toledo
Primeira igreja e Colégio das Irmãs – 1950

Resolveu permanecer na cidade, auxiliando no processo de colonização.

Ajudou na fundação da primeira igreja, do primeiro colégio (Vicentino) e do Seminário Cristo Rei, de Toledo.

Propôs a mudança do nome da cidade para “Vila Cristo Rei”.

Seminário Cristo Rei - 1955
Seminário Cristo Rei – 1955

PESQUISA:

Ederson Matheus B. Da Costa

Joyce Gabrielli Ribeiro

Giovani Marcos Bernini

Sem categoria

LOCOMOVEL

Locomóvel Toledo.jpg

Este monumento estava exposto no Lago Municipal Diva Paim Barth, sendo transferido posteriormente para o Lago dos Pioneiros, que fora inaugurado no aniversário de 50 anos da cidade

O Locomóvel era uma máquina à vapor, utilizada para gerar força motriz à outras máquinas e ferramentas.

 

 

Para funcionar queimava-se madeira, esquentando a caldeira. O vapor produzido empurrava os pistões fazendo com que o braço empurrasse a polia, produzindo o movimento necessário para movimentar outras máquinas.

 

Locomóvel Toledo

Ficou conhecida como “locomotiva de estrada”, muito usada para movimentar cargas pesadas, arar o solo e produzir energia mecânica.

Os locomóveis tornaram-se popular nos países industrializados a partir de 1850, quando os primeiros motores a vapor com autopropulsão foram desenvolvidos para fins agrícolas.

 

Locomóvel

 

Em Toledo, durante a colonização, foi muito utilizado nas olarias e serrarias para movimentar outras máquinas.

Os locomóveis revolucionaram a agricultura e o transporte rodoviário, em uma época em que a única alternativa disponível para a realização de trabalho era o cavalo.

 

Propaganda Locomóvel

 

 


PESQUISA:

Ana Bejola

Daniela Luana

Gabriel Antônio

Giovani Marcos Bernini

Sem categoria

MARCO ZERO

Marco zero de Toledo
Marco Zero de Toledo

O Marco Zero demarca o local onde os primeiros desbravadores de Toledo desembarcaram, em 27 de março de 1946.

O monumento foi edificado em 2004, homenageando os fundadores do Município.

Nesta área havia uma pequena área desmatada, conhecida anteriormente como “Pouso Toledo”, ao lado do rio.

Foi aqui que, após 38 dias de viagem, a caravana com 14 viajantes que vinham de São Marcos – RS, instalou acampamento com lonas às margens do rio Toledo.

Neste espaço foram construídas as três primeiras habitações da cidade.

Primeiras casas de Toledo - 1946
Primeiras casas de Toledo – 1946
Casa à margem do rio Toledo - 1946
Casa à margem do rio Toledo – 1946
Propaganda da Colonizadora Maripá
Propaganda da Colonizadora Maripá

PESQUISA:

Ederson Matheus B. Da Costa

Joyce Gabrielli Ribeiro

Giovani Marcos Bernini

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PRAÇA WILLY BARTH

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O espaço foi projetado ainda em 1947, quando houve a definição da área urbana da Vila Toledo. O traçado inicial das ruas já reservava o espaço da praça.

O nome original da praça era Barão do Rio Branco, sendo renomeada em 1962 para homenagear  o pioneiro Willy Barth, após seu falecimento.

Foi sempre o palco de importantes eventos e festividades cívicas e religiosas da cidade.

 

Foi nela que Toledo recebeu uma de suas primeiras atrações de entretenimento, o Circo Ginoca.

À noite a aos finais de semana o local era ponto de encontro jovens, principalmente após a celebração das missas e sessões de filmes no Cine Imperial e Teatro Guarani.

A praça passou por uma grande remodelação em 2007, quando foram instalados diversos monumentos históricos, como o “BUSTO DE WILLY BARTH”, “MONUMENTO AOS RUARO” e inúmeros totens com fotografias e informações históricas.

Praça Willy Barth - 1968
Vista da Praça Willy Barth, em 1968. Ao fundo a Catedral Cristo Rei

Busto de Willy Barth
BUSTO DE WILLY BARTH – Clique para informações

Monumento aos Ruaro
MONUMENTO AOS RUARO  – Clique para saber mais

 

Foi o ponto dos acontecimentos políticos, civis e religiosos. Desfiles cívicos, carnaval, local de encontro, ponto de lanche, local que marcou a época de juventude da nossa geração. (Bassani)

Recém chegado a Toledo achei na praça um lugar aconchegante que faz parte da história de Toledo. Até hoje transmite paz e tranquilidade em pleno centro da cidade! (Marcos)

 

Centro histórico de Toledo, local onde ficava situada a imobiliária de minha família e onde aconteceram eventos culturais de grande importância em minha infância e juventude. Também havia alguns estabelecimentos comerciais que frequentava muito, como o kiosque do Sukinho, da família Barros, o Salão Brasil, o Sindicato Rural, a biblioteca Municipal, a galeria Maurício, o Cachorrão, do Jânio e o Bar e Lanchonete Capri, da dona Elma Friedrich. (Rodrigo Prieznitz)

 

A praça sempre foi palco da luta de Movimentos Sociais e trabalhistas. Consagrou-se como o principal ponto de encontro de movimentos de professores, funcionários públicos, bancários e movimento estudantil.

 

Ela continua sendo o local de grandes festividades e encontros familiares, em especial nas comemorações de final de ano, onde sedia a “casa do Papai Noel”.


PESQUISA:

Geissiely Alice dos Santos Nunes

Maisa Santos de Souza

Stefani Sabrina Aragão

Giovani Marcos Bernini

Sem categoria

MEMORIAL DO PIONEIRO COLONIZADOR

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O Memorial do Pioneiro Colonizador foi inaugurado em 2012, e é uma homenagem aos primeiros habitantes da cidade, quando ainda pertencia ao Município de Foz do Iguaçu.

Os totens localizados no Largo São Vicente de Paulo, registram os nomes dos que chegaram, nasceram ou se fixaram em Toledo entre os anos de 1946 a 1952.

São 24 placas com aproximadamente 2.800 nomes.

A pesquisa dos nomes foi feita por uma comissão que analisou documentos existentes no Museu Willy Barth, de Toledo.

Imigrantes
Durante a viagem. Pausa para o almoço.

Os primeiros colonizadores (pioneiros) chegaram à cidade em 1946, após 38 dias de viagem desde a região de São Marcos – RS

Colonizada pela Colonizadora Madeireira Paraná (MARIPÁ), os primeiros lotes urbanos e rurais foram postos à venda em 1951.

Os lotes tinham em média 25 hectares, evitando a criação de latifúndios durante a colonização.

Toledo - 1947
Toledo – 1947

Os lotes, em faixas alongadas, foram todos planejados com a frente para a estrada e os fundos para a água.

O projeto da Maripá pretendia povoar a área com agricultores adaptáveis ao clima da região.

Os primeiros imigrantes foram, em sua grande maioria, provenientes do Rio Grande do Sul, de origem italiana ou alemã.

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Vários outros imigrantes eram de origem paraguaia, remanescentes das obrages. Foram muito importantes no auxílio às obras de infraestrutura inicial da cidade.

Trabalhadores paraguaios - 1950
Trabalhadores paraguaios – 1950

Segundo o Plano de Colonização da MARIPÁ (1946) os imigrantes deveriam ser habituados com a criação de suínos, fabricação de manteiga e de queijo, cultivo de milho, batatas, trigo, fumo, arroz.

A reprodução da “vida colonial” figurava como elemento central na representação dos migrantes. Se na vila era importante que houvesse a igreja/paróquia, a escola, o mercado, o correio, o banco (etc.), na propriedade rural era indispensável o arado, a enxada, a foice, o facão, o machado

Apesar das dificuldades, a receptividade em Toledo era festiva, devido ao clima de familiaridade estabelecido entre os imigrantes.

Festejos
Festejos de final de ano – 1950

 

Motoristas da Colonizadora MARIPÁ - 1950
Motoristas da Colonizadora MARIPÁ – 1950

 


PESQUISA:

Eduardo Lima R

Kauã Samuel

Rafaela Schirmann

Giovani Marcos Bernini

Sem categoria

MONUMENTO ITÁLIA

Monumento aos imigrantes italianos

 

O Memorial Itália recria algumas colunas romanas, a fim de homenagear a colônia italiana de Toledo.

Grande parte dos primeiros habitantes de Toledo eram de origem italiana, dando importante contribuição cultural à cidade.

Há 130 anos os primeiros imigrantes italianos chegaram ao sul do país. Muitos de seus descendentes, mais tarde, seguiram para outros estados, entre eles alguns que fundaram Toledo, em 1946.

Em 1875, originou-se a Colônia Caxias, de um grupo de colonos italianos, a princípio sediados em um núcleo colonial aos fundos da Nova Palmeira. A tradição os consagra como pioneiros de sua ocupação e compradores de lotes em Caxias, de onde saíram os fundadores de Toledo, da localidade de São Marcos.

Casa à margem do rio Toledo - 1946
Casa à margem do rio Toledo – 1946

A chegada dos primeiros desbravadores em Toledo aconteceu em 27 de março de 1946, quando a primeira caravana trouxe os descendentes de italianos do município gaúcho de Caxias do Sul, mais especificamente da localidade de São Marcos, hoje município.

Na primeira metade da década de 1960 o número (e a composição étnica) de habitantes das “colônias agrícolas” fundadas sobre a antiga Fazenda Britânia era de 59.200 pessoas no total, das quais 32.260 eram de “origem italiana”

Padre Antônio Patuí
Padre Antônio Patuí. Originário de Udine – Itália

 

p01.pngPraça Willy Barth - 1957
Vista aéra da Praça Willy Barth – 1957

 


PESQUISA:

Eduardo Lima R

Kauã Samuel

Rafaela Schirmann

Giovani Marcos Bernini